quinta-feira, 6 de agosto de 2020

EPI - A importância do capacete de segurança

Quando você ouve falar em segurança do trabalho, talvez o primeiro EPI que vem a sua mente é o capacete. Para muitos, o capacete é considerado como símbolo da segurança do trabalho, e não é pra menos, sem ele os trabalhadores estariam expostos a muitos riscos, e vários deles fatais.
O capacete de segurança é um EPI (Equipamento de Proteção Individual) obrigatório em muitas atividades e tem como principal objetivo proteger a cabeça do trabalhador contra impactos, provenientes de quedas de materiais ou ferramentas, pancadas geradas por queda do colaborador e em alguns casos, contra choques elétricos.

Na maioria dos casos, o capacete é utilizado no setor industrial e na construção civil. É importante ressaltar que como qualquer outro EPI, o capacete deve ter o CA (Certificado de Aprovação) válido.
O seu uso de forma inadequada pode diminuir a sua eficácia ou gerar novos riscos. Alguns exemplos de uso inadequado são: quando o capacete é usado sem o ajuste adequado ao tamanho da cabeça do trabalhador, utilizado juntamente com um boné ou chapéu, sem estar preso à jugular, não fazer a correta manutenção ou higienização entre outros.

Tipos de capacetes

Os capacetes de segurança são divididos em três tipos:
Tipo 1: Capacete de segurança com aba total: existe uma aba na totalidade, de forma circundante do capacete. Oferece uma proteção a mais à face, ombros e pescoço. 
Tipo 2: Capacete de segurança com aba frontal: a aba do capacete é apenas na parte frontal. Oferece maior proteção à face e olhos do usuário.
Tipo 3: Capacete de segurança sem aba: capacete não possui nenhum tipo de aba. Esse tipo de capacete permite maior agilidade em espaços apertados.

Além desses três tipos, existem duas classes de proteção: classe A e classe B.
Os capacetes de segurança classe A protegem contra impactos ocasionados por quedas de objetos. Já os de classe B oferecem também a proteção contra choques elétricos.

Funcionamento e composição do capacete

Na maioria dos casos, os capacetes são divididos em: concha e carneira. 
A concha é a parte que recebe o impacto e a carneira absorve esse impacto e garante que a energia gerada por ele não seja transferida de forma direta para a cabeça do trabalhador.
O casco é desenvolvido com um material plástico chamado polietileno de alta densidade. Deve ser composto de apenas um material maciço, sem emendas.
A carneira deve ser ajustável e resistente e deve possuir quatro pontos de fixação no casco. Também é composta de polietileno, porém de baixa densidade.

Cores dos capacetes

Antes, é bom lembrar que não existem cores padrões para uso dos capacetes. Cada empresa pode decidir qual é o próprio padrão de cores.
Abaixo você pode conferir o padrão de cores mais utilizados na construção civil:

Amarelo - geralmente utilizado por visitantes.
Branco / cinza - engenheiros, técnicos, mestres de obra e encarregados;
Verde - serventes, armadores e operários;
Azul - pedreiros;
Vermelho - bombeiros e carpinteiros;
Laranja - eletricistas;
Marrom - carpinteiros e visitantes;
Preto - Técnicos em segurança do trabalho

Cuidados na manutenção, higienização e guarda

É importante manter os nossos equipamentos de proteção sempre em ótimo estado, para que assim eles possam dar a nós a proteção necessária. Com o capacete não é diferente. Regularmente temos que inspecionar, para verificar se existem rachaduras, perfurações ou sinais de deterioração no casco. 
Evite guardar o capacete em contato com produtos corrosivos ou abrasivos, ou deixar exposto à luz solar, pois isso poderá enfraquecer o casco. Para realizar a limpeza, use somente água e sabão neutro. Vale lembrar que o capacete não é balde, travesseiro, nem banco... Use-o para a finalidade a qual se destina: proteger a sua cabeça.

Temos outros artigos dessa série:

terça-feira, 2 de junho de 2020

O que é PMOC - Plano de Manutenção, Operação e Controle + Planilha PMOC em Excel

PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle) é um plano que visa manter os equipamentos do sistema de climatização em perfeitas condições de operação exigido pela portaria 3523/98 do Ministério da Saúde.


Por que é necessário ter um plano de manutenção? 

Em função da condição climática que temos no nosso país, os sistemas de climatização em edifícios teve um amplo crescimento nos últimos anos. E o Ministério da Saúde preocupado com a qualidade do ar interiorbem estarconforto e produtividade dos ocupantes resolveu criar/implantar o PMOC.

Resumindo, o PMOC é um conjunto de documentos que incluem dados do edifício, do sistema de climatização, do responsável técnico e as rotinas de manutenção e a suas periodicidades. Por meio desses documentos deve ser comprovado que os serviços da rotina de manutenção estão realmente sendo executados. 

Todos os edifícios que possuem climatização artificial devem manter o um plano de manutenção dos equipamentos de climatização, porém, os edifícios que tiverem instalado 60000BTUs ou superior são obrigados a manter um PMOC com responsável técnico habilitado. 

Pelo menos 2 vezes por ano é necessário realizar uma análise da qualidade do ar dos ambientes climatizados, e isso deve ser feito por laboratório habilitado e de acordo com a resolução RE-09 da ANVISA.

É importante ressaltar:
  • A multa para quem não dispor do PMOC no local varia de R$ 2000,00 e R$ 1.500.000,00, dependendo da gravidade e do tamanho do local.
  • Todos os equipamentos de climatização devem ser somados, e se atingir 60000BTUs devem ter PMOC com técnico responsável habilitado.
  • Deve ser feita uma planilha de rotina de manutenção por cada equipamento.


Sobre a planilha em Excel

Desenvolvemos em Excel uma planilha para auxiliar na criação do PMOC. Com ela é possível imprimir as fichas de cada equipamento ou fazer o controle na própria planilha. Basta inserir os dados do local, do cliente, do responsável técnico e as informações de cada equipamento.
A planilha é totalmente editável, permitindo você fazer qualquer alteração que for necessário.

Também é possível alterar o mês que inicia o contrato. A duração do contrato do PMOC na planilha é de 1 ano.

A capa e contra-capa são gerados a partir dos dados inseridos na planilha.
Abaixo você pode conferir algumas imagens da planilha.

Teste grátis a versão demonstrativa.


EM BREVE NO MERCADO LIVRE


Imagens da planilha


sábado, 2 de maio de 2020

Qual a diferença entre EMBARGO e INTERDIÇÃO? NR 3

Em média passamos 1/3 da nossa vida no local de trabalho e muitos desses locais não são seguros, como ambientes insalubres ou perigosos, trabalho em altura, risco de explosão ou intoxicação, choque elétrico, entre muitas outras situações que representam riscos a nossa vida ou saúde. 



A Norma Regulamentadora 3 vem trazendo instruções sobre a fiscalização e as consequências dela: embargo e interdição. Por obrigação as empresas devem ter um ambiente de trabalho seguro para seus trabalhadores, caso contrário, por lei, elas podem ser interditadas.

Mas antes de considerar sobre o embargo e interdição, precisamos saber o que é risco grave e iminente:

"Um risco grave e iminente se refere a toda condição ou situação de trabalho que possa causar acidente ou doença com lesão grave ao trabalhador."

Quando é constatado um risco grave e iminente em algum local de trabalho, ele pode ser interditado ou embargado.

INTERDIÇÃO: A interdição pode ser total ou parcial do estabelecimento, setor, máquina ou equipamento.

EMBARGO: O embargo se refere a paralisação total ou parcial de uma obra ou construção.

Vale ressaltar, que tanto a interdição como o embargo não são ações de caráter punitivo, e sim medidas de proteção emergencial à segurança e saúde dos trabalhadores.

terça-feira, 28 de abril de 2020

Dispositivos de segurança: Qual a diferença entre DISJUNTOR, IDR e DPS?

Algum tempo atrás, só existia o disjuntor como dispositivo de segurança elétrica, mas com o tempo foi desenvolvido novos dispositivos, entre eles o IDR e o DPS. Nessa postagem vamos ver em detalhes o que é cada um e qual é seu objetivo. Vamos iniciar pelo nosso conhecido aliado, o disjuntor.



Disjuntor termo-magnético

Um disjuntor termo-magnético funciona como um interruptor automático, que desativa uma instalação afim de proteger contra possíveis danos se um problema ocorrer, por exemplo um curto-circuito ou uma sobrecarga. Eles tem uma proteção térmica (proteção lenta e robusta) e uma proteção magnética (rápida e precisa). 
Os disjuntores servem exclusivamente para proteger  os cabos elétricos da instalação, contra a alta temperatura ou um rompimento que seria causado em um curto-circuito.


Temos um artigo que explica em detalhes sobre o disjuntor. Conheça ele por dentro também. Clique aqui!


IDR (Interruptor Diferencial Residual)

O IDR, ou simplesmente DR (Disjuntor Residual) reconhece fugas de energia extremamente pequenas, coisa de centésimos de ampere, que não são identificadas por um disjuntor termo-magnético. Por esse motivo ele é de extrema importância ter esse dispositivo no quadro de cargas da sua casa, ou da instalação que você fizer.
Se uma pessoa encostar em alguma parte viva (algo energizado, como tomada, cabos ou partes metálicas que estejam energizadas) o IDR vai desarmar quando sua corrente atingir 30mA (valor máximo que o corpo humano suporta sem ocasionar nenhum problema na saúde).
O IDR protege pessoas e animais de serem atingidas por uma descarga elétrica que poderia ser fatal.

Segundo a NBR 5410, no item 5.1.3.2.2, o IDR deve ser utilizado em locais onde contenham chuveiro ou banheira, tomadas da área externa, tomadas internas que venham a alimentar equipamentos na área externa, cozinhas, copas, áreas de serviço, lavanderias, garagens ou outras áreas molhadas.


DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos)

O DPS possui uma função parecida com a do para-raios. Ele protege nossos equipamentos contra uma sobre-tensão na rede, como um raio, por exemplo. O DPS é conectado ao terra, drenando o que for prejudicial para a terra, protegendo nossos equipamentos.
Em algumas regiões o DPS é obrigatório pela companhia elétrica.
O DPS protege nossos equipamentos da queima, relacionadas com um pico de energia resultado de um problema na rede ou uma descarga atmosférica.

Resumindo:

  • O disjuntor serve para proteger o cabeamento elétrico, de um curto-circuito ou sobre-carga.
  • O IDR serve para proteger os humanos ou animais de receberem um choque fatal;
  • E o DPS protege nossos equipamentos para evitar a queima durante um pico de tensão, como um raio.

domingo, 19 de abril de 2020

Classes de resíduos da construção civil - Planilha de PGRCC grátis (Excel e PDF)

A reslolução 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA estabelece instruções para o gerenciamento de resíduos que são gerados pela construção civil. Essa resolução entrou em vigor em julho de 2002 com os seguintes objetivos:


  • Redução dos impactos ao meio ambiente causados pelos resíduos provenientes da construção civil;
  • Melhora na disposição desses resíduos na obra;
  • Destinação adequada para esses resíduos;
  • Benefícios sociais, econômicos e ambientais.

Antes de listarmos as classes, vamos ver alguns conceitos definidos na resolução:

Resíduos da construção civil: São os resíduos que são provenientes de construções, reformas, demolições, reparos de obras, tais como, tijolos, tintas, madeira, fiação elétrica, entulhos, etc.

Geradores: São pessoas físicas ou jurídicas responsáveis por atividades que gerem resíduos dos quais estão definidos na resolução 307 do CONAMA.

Transportadores: São pessoas físicas ou jurídicas encarregadas da coleta e do transporte dos resíduos da fonte geradora até o destino.

Reutilização: É o processo de reaplicação (reaproveitamento) de um resíduo sem a sua transformação.

Reciclagem: É processo de reaproveitamento de um resíduo após a sua transformação.

É importante lembrar que os geradores de resíduos devem priorizar:

  1. A não geração de resíduos;
  2. A redução, reutilização e reciclagem dos resíduos;
  3. Tratamento final adequado dos rejeitos.

Classe A

Na construção civil, os resíduos de classe A são os reutilizáveis ou recicláveis. São os resíduos que podem ser reutilizados na própria obra ou em outra construção, ou ainda os que podem ser enviados para uma unidade de reciclagem de materiais próprios para a construção civil.
Alguns exemplos de resíduos classe A:

  • Blocos de alvenaria ou tijolos;
  • Telhas;
  • Argamassa;
  • Concreto;
  • Materiais cerâmicos;
  • Tubos;
  • Meio-fios;
  • Resíduos de terraplanagem.

Classe B

Os resíduos de classe B são aqueles que podem ser reciclados para outros fins, por exemplo:

  • Plástico;
  • Papel;
  • Papelão;
  • Madeiras;
  • Metais;
  • Vidros;
  • Gessos;
  • Embalagens de tintas vazias.


Esses resíduos deverão ser reutilizados, reciclados ou enviados para áreas de armazenamento temporário para que possam ser reutilizados ou reciclados em breve.

Classe C

Para a classe C de resíduos ainda não foram desenvolvidas tecnologias necessárias que permitam a reciclagem de forma economicamente viável.
Exemplos:

  • Pincéis;
  • Lixas; 
  • Estopas;
  • Isopor;
  • Produtos oriundos do gesso.

Classe D

Os resíduos de classe D representam um perigo ao meio ambiente, pessoas e animais: Exemplos de resíduos da classe D:

  • Tintas;
  • Vernizes;
  • Solventes;
  • Óleos;
  • Materiais e telhas de amianto;
  • Entulho de reformas de clínicas radiológicas e industrias que possam estar contaminados;
  • Resíduos da classe A, B e C contaminados;
Os resíduos da classe C e D deverão ser armazenados, transportados e destinados conforme as normas técnicas específicas de sua região.

Desenvolvemos uma planilha de controle interno dos resíduos gerados pela obra. Para baixar em PDF, clique no link abaixo:



segunda-feira, 13 de abril de 2020

EPI - Tipos de MÁSCARAS e RESPIRADORES

O ar que respiramos é composto de 21% de oxigênio, 78% de nitrogênio e cerca de 1% de outros gases. Esta combinação de gases nessa proporção mantêm a vida na terra. A saúde de uma pessoa depende de respirar um ar limpo e puro, caso contrário muitos problemas podem ocorrer.
Em alguns ambientes de trabalho existem muitos contaminantes e partículas prejudiciais suspensas no ar, que representa um grave risco à saúde de trabalhadores.
As máscaras respiratórias ou respiradores são equipamentos de proteção individual que fazem a separação de partículas prejudiciais impedindo que o organismo absorvam tais partículas.

As máscaras se dividem basicamente em 2 tipos: máscaras filtrantes (descartáveis e reutilizáveis) e máscaras isolantes (com oxigênio próprio para consumo)


Tipos de máscaras


Máscaras descartáveis 
Esse tipo de máscara é utilizado para proteção dos trabalhadores contra agentes prejudiciais como partículas diversas, gases e vapores em baixas concentrações. Esse tipo de respirador deve ser ajustado e utilizado de maneira correta, sendo necessário o descarte após o uso, ou quando os mesmos estiverem saturados ou impróprios para uso.

Respirador semi-facial reutilizável
Este protege nariz e boca contra agentes nocivos ao ser humano, mas para que tenha uma proteção completa da face deve ser utilizado juntamente com um óculos. Geralmente são fabricados em borracha, silicone ou elastômero e a purificação é feita por meio de filtros específicos.

Respirador facial
Além de proteger o sistema respiratório dos trabalhadores protegem o rosto inteiro. Um único equipamento protege o rosto, vias aéreas e os olhos.


Respirador autônomo
Essas máscaras são de uso específicos, são isolantes de circuito fechado, ou seja, o ar é fornecido através de um tubo de oxigênio, sem que o trabalhador tenha contato com o ar externo.


O que são máscaras PFF1, PFF2 e PFF3?

PFF significa Peça Facial Filtrante e o número logo a frente da sigla é o grau de proteção do filtro. Veja na tabela abaixo algumas informações sobre cada um.



Máscara Retenção Eficiência mínima Penetração máxima Protege contra...
PFF1 Fraca 80% 20% Partículas sólidas (poeiras e névoas)
PFF2 Média 94% 6% Partículas sólidas e líquidas (poeiras, névoas e fumos)
PFF3 Alta 99% 1% Partículas altamente tóxicas (asbestos, sílica, radioativos...)

Vale lembrar que as máscaras PFF1, PFF2 e PFF3 não podem ser utilizada em pintura por spray com tintas à base de solvente, ambiente com névoas oleosas, jateamento de areia, em atmosferas com concentração de oxigênio acima de 23% e abaixo de 19,5%, tais como tanques, tubulações, silos ou em atmosfera explosivas.

As máscaras descartáveis podem ter válvulas ou não. As válvulas servem para facilitar a retirada de ar quente de dentro da máscara proveniente da exalação. Essas válvulas não influenciam na proteção da máscara, e sim no conforto do usuário. As máscaras com válvula são mais agradáveis de usar. 

É importante lembrar que máscaras são EPI, ou seja, são Equipamentos de Proteção INDIVIDUAL.

TEMOS OUTROS ARTIGOS SOBRE EPI:

 

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Feira Internacional de Segurança e Proteção - FISP 2020

A Feira Internacional de Segurança e Proteção - FISP, chega na sua 23º edição no ano de 2020 e vai receber mais de 50 mil visitantes, como engenheiros e técnicos de segurança do trabalho, inspetores, bombeiros, enfermagem, médicos do trabalho, compradores e por aí vai.


As empresas apresentarão o que existe de mais moderno na área de proteção e segurança no trabalho, como os Equipamentos de Proteção Individual - EPI, luvas, creme de proteção, calçados de segurança, proteção facial, vestimentas, também os Equipamentos de Proteção Coletiva - EPC, equipamentos contra incêndios, detectores de fumaça, primeiros socorros, sinalização, iluminação, entre outros.

A expectativa da FISP 2020 é ter 700 marcas expondo seus produtos, 50 mil visitantes e profissionais, e ter 42 mil metros quadrados de exposição. 

Abaixo você confere uma lista dos itens mais procurados:

  • Botas de segurança;
  • Capacetes;
  • Treinamentos;
  • EPI e EPC;
  • Cintos de segurança;
  • Alarmes;
  • Automação;
  • Sinalização de segurança;
  • Laudos técnicos;
  • Luvas especiais;
  • Entre outros.
Mesmo com as preocupações e problemas causados pelo Covid-19 (Coronavírus), a Feira está confirmada, e ocorrerá na data e local abaixo:

A Feira Internacional de Segurança e Proteção - FISP, será realizada nos dias 20 a 22 de outubro de 2020, das 13:00 até as 21:00 e será no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center.

Para mais informações, veja o vídeo abaixo ou acesse a página da FISP.