segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Planilha de Controle de Treinamentos - Planilha Excel

A planilha de Controle de Treinamentos desenvolvida em Excel tem como objetivo ajudar o usuário a fazer a gestão e controle dos treinamentos que são ministrados na empresa. Confira abaixo algumas das funções dessa planilha!


Cadastro de treinamentos

Nessa tabela, você irá cadastrar todos os treinamentos que foram, e que serão ministrados na empresa. Em cada um, você pode selecionar um status (concluído, em andamento, cancelado e agendado), você também irá informar a data inicial, data final, o tempo de validade entre outras informações, e a planilha irá calcular e mostrar a validade (válido, vencido, próximo do vencimento, e quantos dias faltam para vencer).

Lista de presença

A lista de presença serve para você cadastrar quais funcionários realizaram determinado treinamento. Você irá informar o nome do colaborador e o treinamento no qual ele participou, e a planilha irá buscar os dados desse treinamento.

Relatório

O relatório irá exibir várias informações úteis de todos os meses de um determinado ano, que você pode alterar.

Avaliação

A planilha conta com uma folha para avaliação da eficácia do treinamento ministrado, que pode ser preenchido e impresso, ou pode ser impresso em branco e preenchido posteriormente. São 10 itens a serem avaliados, e eles são totalmente editáveis.

Pesquisa por treinamento

Nessa opção, você pode selecionar um treinamento específico que a planilha irá buscar as informações sobre ele, bem como a lista de todos os participantes.

Dashboard

A planilha conta um dashboard muito bem elaborado, para trazer as principais informações sobre os treinamentos em forma de gráficos e números.

Veja agora algumas imagens dessa planilha:




Essa planilha está em fase final de desenvolvimento, e muito em breve estará disponível no mercado. Se você estiver interessado e querer usar a planilha antes do lançamento, receberá a planilha de forma gratuita.

Você poderá: reportar erros e dar sugestões para melhorar a planilha.

Quer participar? Nos envie um email para: techsempre.loja@gmail.com

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Dicas práticas para reduzir gastos com energia elétrica

Estamos mais dependentes da energia elétrica do que nunca, usamos a eletricidade para tudo. Só que isso tem um custo, e um custo bem alto. 

Nesse artigo mostraremos algumas dicas práticas que você pode fazer na sua casa e assim evitar pagar mais na conta de energia.


Economizadores de energia

Dica 1 - Você já ouviu falar nos economizadores de energia? Se sim, não caia nessa! Se ainda não ouviu falar, nem perca seu tempo. Esses equipamentos que prometem reduzir a sua conta de energia simplesmente conectando ele à tomada é uma farsa. Ainda não existem milagres pra não pagar mais pela conta de energia. Mas existem pequenos hábitos no dia a dia que fazem a diferença. Abaixo você encontra dicas que realmente funcionam.

Iluminação

Dica 2 - Use e abuse da iluminação natural, evite acender luzes de dia e sempre que possível deixe janelas e portas abertas. A iluminação do sol é grátis, faz bem para você e sua casa.

Dica 3Troque as lâmpadas incandescentes por lâmpadas de LED. As lâmpadas de LED são as mais econômicas do mercado, gastando cerca de 9W, enquanto as lâmpadas fluorescentes consomem 15W e as incandescentes 75W. A diferença de consumo energético é enorme. Além disso a temperatura do ambiente fica mais agradável, pois ela não esquenta.

Dica 4 - Estude a possibilidade de pintar paredes com cores claras e não ofuscantes. Isso vai reduzir a necessidade de usar luzes artificiais.

Equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos

Dica 5 - Mesmo em stand-by os aparelhos eletrônicos consomem energia elétrica. Por esse motivo, tire-os da tomada quando não estiverem em uso.

Dica 6 - Fogão e geladeira lado a lado não combinam, enquanto um resfria o outro esquenta. Tente achar uma posição em que eles não fiquem muito perto um do outro. 

Dica 7 - Verifique a saúde da sua geladeira: veja se ela está funcionando normalmente, e se a borracha está vedando bem. E cuide para não deixá-la aberta nem colocar alimentos quentes nela.

Dica 8 - Configure o sistema operacional do seu computador a hibernar depois de determinado tempo sem uso, assim ele vai ficar ligado usando apenas o necessário. Você também pode colocar um fundo escuro de proteção de tela.

Ar condicionado

Dica 9 - No calor, os equipamentos de ar condicionado são grandes vilões quando o assunto é valor na conta de energia. Algo que parece simples, mas que ajuda na economia é deixar janelas e portas bem fechadas enquanto estiver usando o ar condicionado. E deixar ligado apenas quando estiver desfrutando.

Dica 10 - Mantenha os filtros sempre limpos, pois a sujeira impede a livre circulação de ar. Sempre que possível, proteja a parte externa (condensadora) do sol.

Dica 11 - Não deixe a temperatura do equipamento muito baixa, que ele não consiga atingir. Programe uma temperatura agradável, como 22º ou 23º. Assim, é mais fácil o ar condicionado atingir essa temperatura e se desligar automaticamente por um tempo.

Chuveiro

Dica 12 - Se no verão o ar condicionado é um vilão, no inverno o vilão é outro: o chuveiro. Então, pense na possibilidade de reduzir o tempo que você leva no banho. E quando estiver mais quente, troque-o para a posição verão.

Dica 13 - Opte por usar um sistema de aquecimento solar, na qual a água que vai pro seu chuveiro passa por uma tubulação no telhado e é aquecida pelo sol. Assim você não precisa usar o chuveiro elétrico pra aquecer a água do seu banho.

Troca de aparelhos

Dica 14 - Na compra de novos equipamentos procure o selo PROCEL. Ele é a garantia de que aquele aparelho gasta menos energia, ou seja tem uma maior eficiência energética.


Quando fizemos esforços para reduzir o nosso consumo de energia, vamos pagar menos na fatura e vamos estar ajudando nosso lindo planeta! 

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

EPI - A importância do capacete de segurança

Quando você ouve falar em segurança do trabalho, talvez o primeiro EPI que vem a sua mente é o capacete. Para muitos, o capacete é considerado como símbolo da segurança do trabalho, e não é pra menos, sem ele os trabalhadores estariam expostos a muitos riscos, e vários deles fatais.
O capacete de segurança é um EPI (Equipamento de Proteção Individual) obrigatório em muitas atividades e tem como principal objetivo proteger a cabeça do trabalhador contra impactos, provenientes de quedas de materiais ou ferramentas, pancadas geradas por queda do colaborador e em alguns casos, contra choques elétricos.

Na maioria dos casos, o capacete é utilizado no setor industrial e na construção civil. É importante ressaltar que como qualquer outro EPI, o capacete deve ter o CA (Certificado de Aprovação) válido.
O seu uso de forma inadequada pode diminuir a sua eficácia ou gerar novos riscos. Alguns exemplos de uso inadequado são: quando o capacete é usado sem o ajuste adequado ao tamanho da cabeça do trabalhador, utilizado juntamente com um boné ou chapéu, sem estar preso à jugular, não fazer a correta manutenção ou higienização entre outros.

Tipos de capacetes

Os capacetes de segurança são divididos em três tipos:
Tipo 1: Capacete de segurança com aba total: existe uma aba na totalidade, de forma circundante do capacete. Oferece uma proteção a mais à face, ombros e pescoço. 
Tipo 2: Capacete de segurança com aba frontal: a aba do capacete é apenas na parte frontal. Oferece maior proteção à face e olhos do usuário.
Tipo 3: Capacete de segurança sem aba: capacete não possui nenhum tipo de aba. Esse tipo de capacete permite maior agilidade em espaços apertados.

Além desses três tipos, existem duas classes de proteção: classe A e classe B.
Os capacetes de segurança classe A protegem contra impactos ocasionados por quedas de objetos. Já os de classe B oferecem também a proteção contra choques elétricos.

Funcionamento e composição do capacete

Na maioria dos casos, os capacetes são divididos em: concha e carneira. 
A concha é a parte que recebe o impacto e a carneira absorve esse impacto e garante que a energia gerada por ele não seja transferida de forma direta para a cabeça do trabalhador.
O casco é desenvolvido com um material plástico chamado polietileno de alta densidade. Deve ser composto de apenas um material maciço, sem emendas.
A carneira deve ser ajustável e resistente e deve possuir quatro pontos de fixação no casco. Também é composta de polietileno, porém de baixa densidade.

Cores dos capacetes

Antes, é bom lembrar que não existem cores padrões para uso dos capacetes. Cada empresa pode decidir qual é o próprio padrão de cores.
Abaixo você pode conferir o padrão de cores mais utilizados na construção civil:

Amarelo - geralmente utilizado por visitantes.
Branco / cinza - engenheiros, técnicos, mestres de obra e encarregados;
Verde - serventes, armadores e operários;
Azul - pedreiros;
Vermelho - bombeiros e carpinteiros;
Laranja - eletricistas;
Marrom - carpinteiros e visitantes;
Preto - Técnicos em segurança do trabalho

Cuidados na manutenção, higienização e guarda

É importante manter os nossos equipamentos de proteção sempre em ótimo estado, para que assim eles possam dar a nós a proteção necessária. Com o capacete não é diferente. Regularmente temos que inspecionar, para verificar se existem rachaduras, perfurações ou sinais de deterioração no casco. 
Evite guardar o capacete em contato com produtos corrosivos ou abrasivos, ou deixar exposto à luz solar, pois isso poderá enfraquecer o casco. Para realizar a limpeza, use somente água e sabão neutro. Vale lembrar que o capacete não é balde, travesseiro, nem banco... Use-o para a finalidade a qual se destina: proteger a sua cabeça.

Temos outros artigos dessa série:

terça-feira, 2 de junho de 2020

O que é PMOC - Plano de Manutenção, Operação e Controle + Planilha PMOC em Excel

PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle) é um plano que visa manter os equipamentos do sistema de climatização em perfeitas condições de operação exigido pela portaria 3523/98 do Ministério da Saúde.


Por que é necessário ter um plano de manutenção? 

Em função da condição climática que temos no nosso país, os sistemas de climatização em edifícios teve um amplo crescimento nos últimos anos. E o Ministério da Saúde preocupado com a qualidade do ar interiorbem estarconforto e produtividade dos ocupantes resolveu criar/implantar o PMOC.

Resumindo, o PMOC é um conjunto de documentos que incluem dados do edifício, do sistema de climatização, do responsável técnico e as rotinas de manutenção e a suas periodicidades. Por meio desses documentos deve ser comprovado que os serviços da rotina de manutenção estão realmente sendo executados. 

Todos os edifícios que possuem climatização artificial devem manter o um plano de manutenção dos equipamentos de climatização, porém, os edifícios que tiverem instalado 60000BTUs ou superior são obrigados a manter um PMOC com responsável técnico habilitado. 

Pelo menos 2 vezes por ano é necessário realizar uma análise da qualidade do ar dos ambientes climatizados, e isso deve ser feito por laboratório habilitado e de acordo com a resolução RE-09 da ANVISA.

É importante ressaltar:
  • A multa para quem não dispor do PMOC no local varia de R$ 2000,00 e R$ 1.500.000,00, dependendo da gravidade e do tamanho do local.
  • Todos os equipamentos de climatização devem ser somados, e se atingir 60000BTUs devem ter PMOC com técnico responsável habilitado.
  • Deve ser feita uma planilha de rotina de manutenção por cada equipamento.


Sobre a planilha em Excel

Desenvolvemos em Excel uma planilha para auxiliar na criação do PMOC. Com ela é possível imprimir as fichas de cada equipamento ou fazer o controle na própria planilha. Basta inserir os dados do local, do cliente, do responsável técnico e as informações de cada equipamento.
A planilha é totalmente editável, permitindo você fazer qualquer alteração que for necessário.

Também é possível alterar o mês que inicia o contrato. A duração do contrato do PMOC na planilha é de 1 ano.

A capa e contra-capa são gerados a partir dos dados inseridos na planilha.
Abaixo você pode conferir algumas imagens da planilha.

Teste grátis a versão demonstrativa.


EM BREVE NO MERCADO LIVRE


Imagens da planilha


sábado, 2 de maio de 2020

Qual a diferença entre EMBARGO e INTERDIÇÃO? NR 3

Em média passamos 1/3 da nossa vida no local de trabalho e muitos desses locais não são seguros, como ambientes insalubres ou perigosos, trabalho em altura, risco de explosão ou intoxicação, choque elétrico, entre muitas outras situações que representam riscos a nossa vida ou saúde. 



A Norma Regulamentadora 3 vem trazendo instruções sobre a fiscalização e as consequências dela: embargo e interdição. Por obrigação as empresas devem ter um ambiente de trabalho seguro para seus trabalhadores, caso contrário, por lei, elas podem ser interditadas.

Mas antes de considerar sobre o embargo e interdição, precisamos saber o que é risco grave e iminente:

"Um risco grave e iminente se refere a toda condição ou situação de trabalho que possa causar acidente ou doença com lesão grave ao trabalhador."

Quando é constatado um risco grave e iminente em algum local de trabalho, ele pode ser interditado ou embargado.

INTERDIÇÃO: A interdição pode ser total ou parcial do estabelecimento, setor, máquina ou equipamento.

EMBARGO: O embargo se refere a paralisação total ou parcial de uma obra ou construção.

Vale ressaltar, que tanto a interdição como o embargo não são ações de caráter punitivo, e sim medidas de proteção emergencial à segurança e saúde dos trabalhadores.

terça-feira, 28 de abril de 2020

Dispositivos de segurança: Qual a diferença entre DISJUNTOR, IDR e DPS?

Algum tempo atrás, só existia o disjuntor como dispositivo de segurança elétrica, mas com o tempo foi desenvolvido novos dispositivos, entre eles o IDR e o DPS. Nessa postagem vamos ver em detalhes o que é cada um e qual é seu objetivo. Vamos iniciar pelo nosso conhecido aliado, o disjuntor.



Disjuntor termo-magnético

Um disjuntor termo-magnético funciona como um interruptor automático, que desativa uma instalação afim de proteger contra possíveis danos se um problema ocorrer, por exemplo um curto-circuito ou uma sobrecarga. Eles tem uma proteção térmica (proteção lenta e robusta) e uma proteção magnética (rápida e precisa). 
Os disjuntores servem exclusivamente para proteger  os cabos elétricos da instalação, contra a alta temperatura ou um rompimento que seria causado em um curto-circuito.


Temos um artigo que explica em detalhes sobre o disjuntor. Conheça ele por dentro também. Clique aqui!


IDR (Interruptor Diferencial Residual)

O IDR, ou simplesmente DR (Disjuntor Residual) reconhece fugas de energia extremamente pequenas, coisa de centésimos de ampere, que não são identificadas por um disjuntor termo-magnético. Por esse motivo ele é de extrema importância ter esse dispositivo no quadro de cargas da sua casa, ou da instalação que você fizer.
Se uma pessoa encostar em alguma parte viva (algo energizado, como tomada, cabos ou partes metálicas que estejam energizadas) o IDR vai desarmar quando sua corrente atingir 30mA (valor máximo que o corpo humano suporta sem ocasionar nenhum problema na saúde).
O IDR protege pessoas e animais de serem atingidas por uma descarga elétrica que poderia ser fatal.

Segundo a NBR 5410, no item 5.1.3.2.2, o IDR deve ser utilizado em locais onde contenham chuveiro ou banheira, tomadas da área externa, tomadas internas que venham a alimentar equipamentos na área externa, cozinhas, copas, áreas de serviço, lavanderias, garagens ou outras áreas molhadas.


DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos)

O DPS possui uma função parecida com a do para-raios. Ele protege nossos equipamentos contra uma sobre-tensão na rede, como um raio, por exemplo. O DPS é conectado ao terra, drenando o que for prejudicial para a terra, protegendo nossos equipamentos.
Em algumas regiões o DPS é obrigatório pela companhia elétrica.
O DPS protege nossos equipamentos da queima, relacionadas com um pico de energia resultado de um problema na rede ou uma descarga atmosférica.

Resumindo:

  • O disjuntor serve para proteger o cabeamento elétrico, de um curto-circuito ou sobre-carga.
  • O IDR serve para proteger os humanos ou animais de receberem um choque fatal;
  • E o DPS protege nossos equipamentos para evitar a queima durante um pico de tensão, como um raio.

domingo, 19 de abril de 2020

Classes de resíduos da construção civil - Planilha de PGRCC grátis (Excel e PDF)

A reslolução 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA estabelece instruções para o gerenciamento de resíduos que são gerados pela construção civil. Essa resolução entrou em vigor em julho de 2002 com os seguintes objetivos:


  • Redução dos impactos ao meio ambiente causados pelos resíduos provenientes da construção civil;
  • Melhora na disposição desses resíduos na obra;
  • Destinação adequada para esses resíduos;
  • Benefícios sociais, econômicos e ambientais.

Antes de listarmos as classes, vamos ver alguns conceitos definidos na resolução:

Resíduos da construção civil: São os resíduos que são provenientes de construções, reformas, demolições, reparos de obras, tais como, tijolos, tintas, madeira, fiação elétrica, entulhos, etc.

Geradores: São pessoas físicas ou jurídicas responsáveis por atividades que gerem resíduos dos quais estão definidos na resolução 307 do CONAMA.

Transportadores: São pessoas físicas ou jurídicas encarregadas da coleta e do transporte dos resíduos da fonte geradora até o destino.

Reutilização: É o processo de reaplicação (reaproveitamento) de um resíduo sem a sua transformação.

Reciclagem: É processo de reaproveitamento de um resíduo após a sua transformação.

É importante lembrar que os geradores de resíduos devem priorizar:

  1. A não geração de resíduos;
  2. A redução, reutilização e reciclagem dos resíduos;
  3. Tratamento final adequado dos rejeitos.

Classe A

Na construção civil, os resíduos de classe A são os reutilizáveis ou recicláveis. São os resíduos que podem ser reutilizados na própria obra ou em outra construção, ou ainda os que podem ser enviados para uma unidade de reciclagem de materiais próprios para a construção civil.
Alguns exemplos de resíduos classe A:

  • Blocos de alvenaria ou tijolos;
  • Telhas;
  • Argamassa;
  • Concreto;
  • Materiais cerâmicos;
  • Tubos;
  • Meio-fios;
  • Resíduos de terraplanagem.

Classe B

Os resíduos de classe B são aqueles que podem ser reciclados para outros fins, por exemplo:

  • Plástico;
  • Papel;
  • Papelão;
  • Madeiras;
  • Metais;
  • Vidros;
  • Gessos;
  • Embalagens de tintas vazias.


Esses resíduos deverão ser reutilizados, reciclados ou enviados para áreas de armazenamento temporário para que possam ser reutilizados ou reciclados em breve.

Classe C

Para a classe C de resíduos ainda não foram desenvolvidas tecnologias necessárias que permitam a reciclagem de forma economicamente viável.
Exemplos:

  • Pincéis;
  • Lixas; 
  • Estopas;
  • Isopor;
  • Produtos oriundos do gesso.

Classe D

Os resíduos de classe D representam um perigo ao meio ambiente, pessoas e animais: Exemplos de resíduos da classe D:

  • Tintas;
  • Vernizes;
  • Solventes;
  • Óleos;
  • Materiais e telhas de amianto;
  • Entulho de reformas de clínicas radiológicas e industrias que possam estar contaminados;
  • Resíduos da classe A, B e C contaminados;
Os resíduos da classe C e D deverão ser armazenados, transportados e destinados conforme as normas técnicas específicas de sua região.

Desenvolvemos uma planilha de controle interno dos resíduos gerados pela obra. Para baixar em PDF, clique no link abaixo: